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Farmacêutica de Praia Grande cria projeto, “Farmácia para cego ver”

Projeto facilita identificação de medicamentos por deficientes visuais, idosos e daltônicos. 

Da redação

A farmacêutica Grayce Miguel França, criou o projeto “farmácia para cego ver”, como uma maneira de ajudar deficientes visuais como ela, a terem mais informações sobre seus medicamentos, gerando autonomia.  Grayce é deficiente visual desde uma gravidez de gêmeos, onde acabou perdendo 95% de sua visão, restando apenas 5%, além disso ela também é coordenadora do GT farmacêutico à pessoa com deficiência do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP).

O Farmácia para cego ver, é um projeto, que funciona com um QR code com acessibilidade em relevo, que seria inserido no medicamento, facilitando para as pessoas, que possuem a deficiência visual, idosos e daltônicos, conseguirem saber as informações de seus remédios, sem precisar de ajuda.

Segundo o último senso do IBGE, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência visual e segundo ela, foi pensando nisso que desenvolveu o método.

“ Durante a minha jornada , eu como  farmacêutica e pessoa com deficiência visual, estive pensando e estudando uma solução inovadora voltada para este público, como diferenciar uma embalagem de medicamento, evitando o uso indevido de medicação,  porque somente o braile que vem nas embalagens de medicamentos, não traz as informações imprescindíveis que deveriam conter, como o nome do princípio ativo, dosagem, quantidade, forma farmacêutica, e data de validade para as pessoas com deficiência visual, disse Grayce”

No dia 26 de novembro de 2022, a farmacêutica foi convidada a apresentar seu projeto, no o projeto foi apresentado no simpósio tendências farmacêuticas – tecnologia e informação

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