• contato@redeintegracaofarma.com.br
  • 11 4081-1028

85% dos colaboradores sairiam de empresas que não priorizam qualidade de vida

O bem-estar deixou de ser um bônus e se tornou vital para as operações 

O bem-estar dos colaboradores deixou de ser um diferencial opcional e passou a ser um indicador estratégico para as empresas brasileiras em 2026. Segundo o Panorama do Bem-estar Corporativo 2026, % dos profissionais afirmam que deixariam o emprego caso a empresa não priorize a qualidade de vida. 

  • 91% dizem que frequentar espaços voltados ao bem-estar ajuda a controlar o estresse gerado pelo trabalho.

Os números evidenciam um cenário de urgência para as organizações

Em um mercado cada vez mais competitivo, negligenciar a saúde física e emocional das equipes significa perder talentos, reduzir o engajamento e comprometer a produtividade. 

Mais do que oferecer academias ou benefícios pontuais, torna-se necessário integrar o bem-estar à estratégia corporativa, fazendo dele parte efetiva da cultura organizacional.

“As companhias que investem no chamado ‘salário emocional’ constroem ambientes mais produtivos, satisfatórios e propícios ao crescimento profissional. Funcionários que se sentem reconhecidos e apoiados são menos propensos a buscar novas oportunidades e tendem a se engajar mais no dia a dia”, diz Andre Purri, CEO da Alymente.

Para os colaboradores, o impacto é direto

Para eles, espaços voltados ao bem-estar e iniciativas que promovem equilíbrio emocional ajudam a reduzir a pressão cotidiana, melhoram o foco e aumentam a satisfação no trabalho.

Para as empresas, investir nessa agenda significa transformar o cuidado com as pessoas em vantagem competitiva, reduzindo o absenteísmo e fortalecendo a marca empregadora.

O futuro do trabalho não será definido apenas por salários ou bônus, mas pela experiência oferecida e pela qualidade de vida proporcionada.

Organizações que compreendem essa equação tendem não apenas a reter talentos, mas também a elevar a performance de suas equipes, enquanto aquelas que ignoram o tema correm o risco de perder relevância em um mercado que valoriza saúde, equilíbrio e flexibilidade como prioridades estratégicas.

Fonte: https://exame.com/bussola/85-dos-colaboradores-sairiam-de-empresas-que-nao-priorizam-qualidade-de-vida/

Categorias